Mais oito cidades decretaram situação de emergência no Rio Grande do Sul por causa dos estragos causados pelas chuvas. De acordo com a Defesa Civil Estadual entraram nessa situação: Derrubadas, Riozinho, Novo Machado, Santa Maria, Santo Antônio das Missões, Santana do Livramento, Humaitá e Arroio Grande.
Nesta quinta-feira (3), representantes do governo do Estado estarão em Brasília para cobrar do governo federal os recursos prometidos para as áreas atingidas pelos temporais.
Aproximadamente 17 mil pessoas estão fora de suas casas por causa das chuvas. Ao menos 15.528 residências foram danificadas e outras 328 foram destruídas.
Na manhã desta quarta-feira (2) um temporal com ventos de 85 km por hora atingiu a região de Uruguaiana. Várias árvores caíram sobre residências e a rede elétrica. A cidade ficou sem energia elétrica por cerca de três horas, informou a Defesa Civil.
Caxias do Sul teve destelhamento de prédios públicos, casas e deslizamento de terra provocados pelas chuvas desta quarta.
As equipes da Defesa Civil continuam na região da fronteira oeste do Estado, maior castigada com os nos últimos três dias.
Os estragos causados pelas chuvas ainda impedem a liberação de duas rodovias estaduais – ERS-122, no km 39, e VRS-840, no km 1. Desde terça-feira (1º) estão bloqueadas as rodovias federais BR-158, BR-386 e BR-472. Além dessas estradas, estão bloqueados três trechos da BR-116.
Chuva histórica
O mês de novembro de 2009 foi o mais chuvoso desde 1912 em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. A medição do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) mostrou que choveu 293 mm de água, enquanto a média mensal é de 104,2 mm. Cada milímetro equivale a um litro de água por metro quadrado. O índice mais alto registrado anteriormente foi em 1986, como 283,4 mm de chuva.
Houve recorde também nas cidades de Bagé, São Luiz Gonzaga, Santana do Livramento, Encruzilhada do Sul e Uruguaiana.
Nesta quinta-feira (3), representantes do governo do Estado estarão em Brasília para cobrar do governo federal os recursos prometidos para as áreas atingidas pelos temporais.
Aproximadamente 17 mil pessoas estão fora de suas casas por causa das chuvas. Ao menos 15.528 residências foram danificadas e outras 328 foram destruídas.
Na manhã desta quarta-feira (2) um temporal com ventos de 85 km por hora atingiu a região de Uruguaiana. Várias árvores caíram sobre residências e a rede elétrica. A cidade ficou sem energia elétrica por cerca de três horas, informou a Defesa Civil.
Caxias do Sul teve destelhamento de prédios públicos, casas e deslizamento de terra provocados pelas chuvas desta quarta.
As equipes da Defesa Civil continuam na região da fronteira oeste do Estado, maior castigada com os nos últimos três dias.
Os estragos causados pelas chuvas ainda impedem a liberação de duas rodovias estaduais – ERS-122, no km 39, e VRS-840, no km 1. Desde terça-feira (1º) estão bloqueadas as rodovias federais BR-158, BR-386 e BR-472. Além dessas estradas, estão bloqueados três trechos da BR-116.
Chuva histórica
O mês de novembro de 2009 foi o mais chuvoso desde 1912 em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. A medição do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) mostrou que choveu 293 mm de água, enquanto a média mensal é de 104,2 mm. Cada milímetro equivale a um litro de água por metro quadrado. O índice mais alto registrado anteriormente foi em 1986, como 283,4 mm de chuva.
Houve recorde também nas cidades de Bagé, São Luiz Gonzaga, Santana do Livramento, Encruzilhada do Sul e Uruguaiana.

Fonte: R7
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