Documentário sobre a vida de Nelson Mandela (1918 - 2013), produzido e exibido pelo The History Channel (em castelhano).
Canal de interlocução permanente entre os profissionais, psicoterapeutas ou não, interessados em trocar informações, divulgar idéias, projetos, propostas e oportunidades de cooperação multidisciplinar relacionadas à área de Saúde Mental no Brasil.
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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
ONU: Ensinamentos de Mandela continuarão orientando o trabalho das Nações Unidas
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, chegou em Joanesburgo na tarde desta segunda-feira (9) onde se juntou a dezenas de pessoas que comparecerão ao funeral oficial do ex-presidente sul-africano, Nelson Mandela, hoje.
Mandela, carinhosamente conhecido como “Madiba”, morreu na quinta-feira (5). Defensor de direitos humanos, prisioneiro de consciência, pacificador internacional e o primeiro presidente democraticamente eleito após o apartheid da África do Sul, ele tinha 95 anos.
“Nós nos unimos na tristeza de uma tremenda perda e na celebração de uma grande vida”, disse Ban, em sua declaração no Centro de Memória Nelson Mandela, que é um museu. “Os princípios de Nelson Mandela em defesa da igualdade fundamental de todos os seres humanos foram decisivos para acabar com o sistema do apartheid”, disse Ban.
O secretário-geral saudou Mandela como “um parâmetro para a justiça, a igualdade e os direitos humanos”, acrescentando que ele era mais do que um dos maiores líderes do mundo, “ele era um professor, que ensinava praticando seus métodos”.
Ban lembrou da visita que fez a Mandela em sua casa, em fevereiro de 2009, e como ficou “profundamente comovido” pelo seu jeito de colocar o bem-estar dos outros em primeiro lugar, pela sua humildade, modéstia, mente humilde e decência humana. “É essa sabedoria que podemos usar hoje nos esforços para ajudar, acabar com conflitos armados, proteger os direitos humanos e criar um mundo melhor pelo qual Nelson Mandela lutou tanto.”
“O povo da África do Sul e povos de todo o mundo perderam um herói. Seu legado é profundo, imortal e vai continuar orientando o trabalho das Nações Unidas.”
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
ONU lamenta morte de Mandela, uma ‘fonte de inspiração’ e ‘gigante da justiça’
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, lamentou na noite desta quinta-feira (5) a morte do líder sul-africano Nelson Mandela.
Para Ban, Mandela foi “uma figura singular” no cenário global – um homem de “dignidade calma e realização imponente”, um “gigante da justiça e uma fonte humana de inspiração”.
Leia abaixo a declaração na íntegra, em português, de Ban Ki-moon, e assista à coletânea de vídeos sobre Mandela.
"Nelson Mandela foi uma figura singular no cenário global – um homem de dignidade calma e realização imponente, um gigante da justiça e uma fonte humana de inspiração.
Estou profundamente triste com a sua morte. Em nome das Nações Unidas, estendo minhas mais profundas condolências ao povo da África do Sul e, especialmente, à família de Nelson Mandela e entes queridos.
Muitos por todo o mundo foram fortemente influenciados por sua luta altruísta pela dignidade humana, igualdade e liberdade. Ele tocou nossas vidas de maneiras profundamente pessoais. Ao mesmo tempo, ninguém fez mais em nosso tempo para fazer avançar os valores e aspirações das Nações Unidas.
Nelson Mandela dedicou sua vida ao serviço do seu povo e da humanidade, e ele o fez com grande sacrifício pessoal. Sua posição de princípios e a força moral que sustentou foram decisivos no desmantelamento do sistema de apartheid.
Notavelmente, ele ressurgiu após 27 anos de detenção sem rancor, determinado a construir uma nova África do Sul com base no diálogo e na compreensão. A Comissão da Verdade e da Reconciliação estabelecida sob a sua liderança continua a ser um modelo para alcançar a justiça nas sociedades que confrontam um legado de violações dos direitos humanos.
Na luta de décadas contra o apartheid, as Nações Unidas estavam lado a lado com Nelson Mandela e com todos aqueles na África do Sul que enfrentaram o racismo e a discriminação implacáveis. Seu discurso em 1994 a Assembleia Geral da ONU como o primeiro presidente democraticamente eleito de uma África do Sul livre foi um momento decisivo.
A Assembleia declarou 18 de julho, seu aniversário, como o Dia Internacional Nelson Mandela, uma celebração anual em que reconhecemos e procura,ps desenvolver a sua contribuição para a promoção de uma cultura da paz e da liberdade em todo o mundo.
Tive o privilégio de conhecer Nelson Mandela em 2009. Quando eu lhe agradeci pelo trabalho de sua vida, ele insistiu que o crédito pertencia a outros. Fiquei muito emocionado por seu altruísmo e profundo senso de propósito comum.
Nelson Mandela mostrou o que é possível para o nosso mundo e dentro de cada um de nós – se nós acreditarmos, sonharmos e trabalhar juntos.
Vamos continuar a cada dia a nos inspirarmos em seu exemplo ao longo da vida e seu chamado para nunca deixar de trabalhar por um mundo melhor e mais justo.”
Ban Ki-moon
Secretário-geral da ONU
5 de dezembro de 2013.
Secretário-geral da ONU
5 de dezembro de 2013.
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