
Tratamento adequado permite ao paciente controlar e estabilizar a doença
Cerca de 1,6 milhão de pessoas sofrem de esquizofrenia, que atinge principalmente homens com idade entre 15 e 24 anos, na fase de transição da adolescência para a fase adulta, e mulheres na faixa etária dos 25 aos 34 anos.
A informação é do Programa de Esquizofrenia (Proesq) da Universidade Federal de São Paulo.
Perda da capacidade de distinguir se as experiências vividas são ou não reais, de pensar logicamente, sentir emoções e sentimentos e comportar-se em situações sociais estão entre as características apresentadas por pacientes esquizofrênicos, que em decorrência da própria doença e da discriminação a ela relacionada, têm dificuldade em reconhecer o problema e procurar apoio e tratamento.
No entanto, se diagnosticado corretamente e se o tratamento adotado for o adequado, o paciente consegue controlar e estabilizar a doença, voltando a ter uma vida normal.
A DOENÇA. Ainda pouco conhecida e bastante estigmatizada pela sociedade, a esquizofrenia é uma doença psiquiátrica complexa.
Caracterizada pela desorganização de diversos processos mentais, e marcada por sintomas como alucinações, delírios e alterações na afetividade, a esquizofrenia não tem cura.
Porém, o tratamento medicamentoso, o acompanhamento psiquiátrico e as atividades complementares que visam a ressocialização do paciente são capazes de controlar os sintomas e ajudar o paciente a restabelecer sua qualidade de vida, garantem os especialistas.
Dessa maneira, segundo eles, é equivocado pensar que os portadores de esquizofrenia devem permanecer internados e longe do convívio social.
Ao contrário, se tratados corretamente, afirma os médicos, eles podem vir a ter uma vida como a de qualquer outra pessoa, ou seja, construir uma família, trabalhar, viajar, ter amigos e divertir-se.
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