Estamos diante de um homem num ataque de síndrome do pânico. O curta de animação dos Estados Unidos fala dos sintomas e das possibilidades de controle da doença.
Osmar é a primeira fatia do pão de forma, descartada por todos. “Eu sempre me lembro que sou uma fatia de pão desprezível”. E esse complexo de rejeição é tratado com muito humor no filme brasileiro.
A mania compulsiva da infância, de caminhar contando até dez, se estende a fase adulta e é o assunto do filme Dix, uma co-produção da França e da Inglaterra.
Ate o próximo sábado (18) o público no Rio vai poder conferir 400 filmes de animação de 40 países.
As doenças emocionais predominaram entre os temas dos filmes inscritos para o Anima Mundi deste ano. E ao discutir esses distúrbios vem a dúvida: será que o número de casos aumentou ou simplesmente hoje é possível ter um diagnóstico mais fiel e falar abertamente sobre esses problemas?
“Eu tenho mania de arrumar os livros. Tem que estar tudo em ordem, simétrico. A gente vai ficando estressado e vai criando rotinas para tentar se tranquilizar. Aí acaba ficando neurótico”, brinca o professor Paulo Marins.
Uma psiquiatra explica que as doenças podem ser provocadas pelo stress da vida urbana que inclui violência, desemprego, drogas. E expor esses problemas num filme de animação ajuda a quebrar preconceitos.
“A diferença entre antigamente e hoje em dia é que hoje as pessoas, embora tenham o sofrimento da doença, não tenham mais o sofrimento do estigma”, explica a psiquiatra Fátima Vasconcellos.
Assista:
Fonte: Jornal Hoje
Osmar é a primeira fatia do pão de forma, descartada por todos. “Eu sempre me lembro que sou uma fatia de pão desprezível”. E esse complexo de rejeição é tratado com muito humor no filme brasileiro.
A mania compulsiva da infância, de caminhar contando até dez, se estende a fase adulta e é o assunto do filme Dix, uma co-produção da França e da Inglaterra.
Ate o próximo sábado (18) o público no Rio vai poder conferir 400 filmes de animação de 40 países.
As doenças emocionais predominaram entre os temas dos filmes inscritos para o Anima Mundi deste ano. E ao discutir esses distúrbios vem a dúvida: será que o número de casos aumentou ou simplesmente hoje é possível ter um diagnóstico mais fiel e falar abertamente sobre esses problemas?
“Eu tenho mania de arrumar os livros. Tem que estar tudo em ordem, simétrico. A gente vai ficando estressado e vai criando rotinas para tentar se tranquilizar. Aí acaba ficando neurótico”, brinca o professor Paulo Marins.
Uma psiquiatra explica que as doenças podem ser provocadas pelo stress da vida urbana que inclui violência, desemprego, drogas. E expor esses problemas num filme de animação ajuda a quebrar preconceitos.
“A diferença entre antigamente e hoje em dia é que hoje as pessoas, embora tenham o sofrimento da doença, não tenham mais o sofrimento do estigma”, explica a psiquiatra Fátima Vasconcellos.
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Fonte: Jornal Hoje
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